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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Filhos Adotivos

Leitura: ESE cap. 14  item 5
Prece inicial

Objetivos
- Levar a criança a compreender que a reencarnação é a oportunidade que Deus nos dá para progredirmos junto com aqueles que amamos; 
- Entender que a formação de um lar é resultado de planejamento feito no Plano Espiritual, antes mesmo que todos os que o formarão estejam reencarnados; 
- Os laços de sangue não determinam os laços entre os espíritos, os verdadeiros laços de família são os firmados pela simpatia e pela comunhão de pensamento. Portanto pais e filhos adotivos não são almas estranhas umas às outras; 
- As relações existentes são construídas e vivenciadas em várias encarnações anteriores. Assim como os filhos biológicos, os adotivos também são companheiros de vidas passadas, que reencarnam no mesmo lar para reparar erros e juntos desenvolverem o sentimento do amor uns pelos outros, independente de serem consanguíneos ou simplesmente do coração. 
 
      E como nos diz Emmanuel “Recorda que, em última instância, seja qual seja a nossa posição nas equipes familiares da terra, somos, acima de tudo, filhos de Deus”.


Sensibilização: Conversar com os evangelizandos: 
- Quem é filho único? 
- Você gostaria de ter irmãos? 
- Quem tem irmãos, gostaria de ter mais? Por que? 
- É bom ser filho único? Por que? 
- Se seus pais adotassem uma criança, como você se sentiria? 
- Qual sua opinião sobre adoção de crianças? 
- Como você acha que deve ser o relacionamento familiar daqueles que adotam uma criança?  
- E como você se sentiria se fosse adotado? ... 
- O que deve ser mais importante para a família que vive essa situação?    (Procure você mesmo estas respostas a luz do Espiritismo). 


Estudo: Narrar a história: Pais verdadeiros
      E foi por indiscrição de uma antiga vizinha que a jovem Laura tomou conhecimento de que era filha adotiva!
      Foi um choque terrível para jovenzinha de apenas 11 anos. Quis logo saber se os dois queridos irmãos mais velhos, também eram adotivos. Ante a resposta negativa, sentiu-se mais infeliz, uma estranha em seu próprio lar. E que lar... Sempre todos unidos, compartilharam momentos bem difíceis. O amor sempre foi um elo muito forte entre todos. E agora, pensava, não fazia mais parte daquela família...
      Porém, a jovenzinha não se conformava:
- Vocês esconderam isso o tempo todo!
- Talvez eu e seu pai tenhamos errado, mas apenas porque sentimos, na realidade, que você é da família.
- Bem, agora quero conhecer meus pais...
- Mas somos nós!
- Meus pais verdadeiros!
- Querida, falou a mãe, pais de verdade são aqueles que cuidam e não os que colocam os filhos no mundo...
- Não importa, quero conhecê-los. Hei de encontrá-los!...
      E Laura saiu decidida. Enquanto andava pelas ruas, começou a recordar fatos de sua infância, brincadeiras, brigas, momentos de dificuldade e também de extrema felicidade. A vida não era fácil, mas sempre soubemos dividir tudo com justiça e amor. Seus irmãos muitas vezes achavam que era o xodó da mamãe, mas no fundo eles sabiam que éramos amados por igual. Só havia uma desculpa, era a única menina.
      Quando Laura despertou de seus pensamentos, estava em frente da casa de uma amiga, e correu para desabafar. Após longo papo, sua amiga que frequentava o Centro Espírita, convidou-a para uma aula de evangelização para que ela encontrasse algum conforto.
      Após a leitura do E.S.E. cap. XIV item. 5, O Evangelizador elucida: “Não são os da consanguinidade os laços de família e sim os da simpatia e da comunhão de ideias”. Acrescentando que o que deve unir os membros de uma família é o laço do verdadeiro amor... Laura, emocionada, chora e entende o que a mãe, quis dizer, quanto a ser “sua mãe de verdade”. Seu coraçãozinho bate de felicidade, e ela agradece a Jesus pela oportunidade da reencarnação e de um verdadeiro Lar onde o laço de união é o Amor...

Atividade: A critério do evangelizador.

OBS.: Não esqueça de fazer a prece final, envolvendo todos os lares que recebem filhos adotivos para que possam desenvolver o amor entre seus membros.

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