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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A Vinda de Jesus - 8 a 10 anos

Objetivos: *Conhecer o Roteiro de Jesus para a felicidade dos homens. *Valorizar os ensinamentos de Jesus, por reconhecê-lo como o Mestre capaz de guiar-nos com segurança no caminho do progresso.                   .


Sensibilização: desenvolver com as crianças uma conversa baseada nos seguintes itens:
- Um mestre é sempre alguém que sabe mais e é capaz de ensinar a outros.
- Existem mestres das mais diversas matérias: os mestres do colégio nos ensinam... (deixar que as crianças falem que aprendem na escola); mestres das artes como pintura, escultura, música ...
- Não importa no que seja, as características do mestre é saber e fazer o que sabe, ou seja, ele é capaz de agir de acordo com o que ensina.
- Existe um mestre, a quem chamamos “Mestre dos mestres”, porque Ele é o Espírito que mais sabe e que tem a incumbência de nos ensinar o que necessitamos aprender e praticar para sermos cada vez mais iluminados e felizes. Seus ensinamentos são para melhorar o Espírito, que não morre nunca. Essa incumbência lhe foi dada por Deus. Quem sabe quem é este Mestre?
- Quem pode dizer um ensinamento de Jesus?


Desenvolvimento: narrar a história Ano Novo, vida nova!

Ano Novo, vida nova!
Carlinhos passou o Natal tranquilo na semana anterior, dentro do seu ambiente modesto. Tudo em seu lar é carinho, compreensão. A família entende que Jesus foi um ser modesto, que exemplificou e ensinou o amor, a caridade e todas as virtudes.
Sentia-se feliz por ter ganhado de sua avó a bola que tanto desejava. Chutava sua bola no campo, ao lado da casa onde morava, quando Roberto, um menino de sua idade, sentou-se no carrinho com o qual ajudava no sustento da família, pedindo e vendendo papelão.
A mãe de Lina, uma menina sentada numa cadeira de rodas, colocou-a à sombra de uma árvore para olhar Carlinhos fazer embaixadinhas.
Joana também veio juntar-se a eles trazendo uma boneca e mostrando os cabelos raspados, pois se recuperava de uma séria doença.
Ronaldo, o vizinho que há pouco se mudara para lá, veio ver também aquele jogo. Porém, nada trazia, pois seu pai, no Natal, mal conseguira algumas moedas para os doces.
Mário, que havia chegado do Japão há pouco tempo, interessou-se pela brincadeira e aproximou-se admirado.
Carlinhos olhava toda aquela turma chegando. Sem hesitar, convidou a todos para brincar com a bola. É lógico que Lina, em sua cadeira, pegava a bola com as mãos, sempre que a jogavam para ela.
Quem via aquela cena pensava: - Este grupo sempre brincou junto!
Mal sabiam que eles começavam um feliz Ano Novo!

Entendendo a história:
- Carlinhos durante a brincadeira praticou algum ensinamento de Jesus? Qual?
- Você pratica algum ensinamento de Jesus? Qual?
- Se seguirmos os exemplos de Jesus seremos mais felizes? Por quê?
- O que Jesus representa para você?
- Qual a importância de Jesus para você?
- Qual a importância de Jesus para o mundo?
- Por que será que Deus nos enviou Jesus?

Refletindo sobre o cumprimento da Lei de Deus:
- Quando não obedecemos nossos pais o que acontece conosco?
- Eles gostam quando vocês não obedecem? O que eles fazem?
- E o que acontece quando você respeita os pais, não teima com eles, obedece e trata os dois com carinho?
- O que é melhor: respeitá-los ou desrespeitá-los?

Falando das dificuldades para aplicar esses ensinamentos ao seu dia a dia.
- Por que às vezes você não faz o que está aprendendo na Casa Espírita? É difícil? Qual a dificuldade? É a preguiça? A teimosia? O que é então?

Concluindo pela necessidade de mudança
- Jesus nos ensinou através do exemplo, como ser feliz.
- Vamos mudar um pouquinho?
- Como podemos mudar?
- O que precisamos mudar em nós?
R: Ser mais obediente, mais paciente, mais compreensivo, mais estudioso, etc.


Atividade: reproduzir para cada criança a gravura devidamente recortada nas partes pontilhadas. Fornecer-lhes um retângulo de papel (de preferência cartolina) no centro do qual vão colar a figura de Jesus. Ao redor dela irão encaixar as partes que se ajustem corretamente, por serem aquelas que definem alguns ensinamentos ensinados pelo Mestre Jesus.


A Vinda de Jesus - 0 a 7 anos

OBJETIVOS: *Sensibilizar-se para o estudo a partir de situações do dia a dia envolvendo a dificuldade em vivenciar a Lei de Deus. *Estudar as ideias principais contidas na Vinda de Jesus, os sinais precursores de sua chegada e de sua missão. *Conhecer, por meio do estudo os ensinamentos sobre a necessidade da Vinda de Jesus. *Compreender como a Humanidade se preparou para receber os ensinamentos de Jesus. *Refletir acerca dessas ideias para avaliar sua importância e valorizar os benefícios que daí decorrem, tais como: tranquilidade, harmonia, paz, segurança, confiança, etc. *Aplicar esses conceitos ao seu dia a dia, identificando suas dificuldades para isso, tais como: rebeldia, preguiça, inveja, irritação, mentira, etc. *Concluir pela necessidade de mudar essas atitudes e comportamentos por respeito, disciplina, honestidade, etc.


SENSIBILIZAÇÃO: Apresentar o retrato de Jesus. Perguntar às crianças:
- O que Jesus representa para você?
- Qual a importância de Jesus para você?
- Qual a importância de Jesus para o mundo?
- Por que será que Deus nos enviou Jesus?


DESENVOLVIMENTO: A Vinda de Jesus (utilizar fantoches)

            Há muito tempo atrás, bem antes de Jesus nascer, lá na Grécia, vivia um homem chamado Sócrates. Ele era um homem bom e muito inteligente.
- Não se cansa de ensinar a juventude, Sócrates?  - assim falava a esposa de Sócrates – Vejo que você se desgasta, querendo levar a muitos o seu conhecimento.
Sócrates, como fazia todos os dias, reunira-se com jovens e crianças, que o ouviam com muita atenção.
- Somos espíritos! E se prestarmos atenção, descobriremos em nós mesmos o que é puro e eterno, que somos nós mesmos.
- Há, entre a Terra e o Céu, o Mestre que nos governa, em nome do Criador! Esse Espírito de Luz um dia estará entre nós nos auxiliando a entender as Leis de Deus.
Um dia Sócrates sonhou com esse Espírito de Luz que lhe falava das dificuldades que teria de enfrentar, mas Sócrates não deveria ter medo, pois Ele o auxiliaria sempre.
E realmente, Sócrates foi preso e condenado à morte, pois os homens daquela época não entenderam os ensinamentos que ele trouxe de liberdade e fraternidade.
Ao regressar ao mundo espiritual Sócrates é recebido por esse Espírito de Luz que é Jesus.
- Sócrates, a sua condenação, marcará a Grécia por amargas e dolorosas provações coletivas, respondendo cada um pelas responsabilidades de ter contribuído para que o mal florescesse onde mandei semear a mensagem do Amor.
Sócrates foi um mestre que se dedicou a iluminar os jovens e as crianças da Grécia, transmitindo ensinamentos nobres e superiores, profundamente respeitosos a Deus.
Toda a vida desse homem foi dedicada ao bem.
Tentando sensibilizar o coração do homem, Deus enviou outros homens para relembrar as suas Leis, até quando sentiu a necessidade de enviar o próprio Jesus para trazer ao coração do homem a Lei Maior do Amor ao próximo.

Conversar com as crianças sobre a história:
- Vocês gostaram da história de Sócrates?
Esta história é muito, muito antiga. As pessoas daquele tempo estavam fazendo coisas erradas, e isso as deixavam muito infelizes.
- Como Deus ajudava essas pessoas? (Enviando Espíritos de Luz para ensinar e relembrar suas leis que estão escritas na nossa consciência)

Compreendendo os preparativos para a vinda de Jesus:
- As pessoas do tempo de Sócrates fizeram o que ele ensinou?
- Os ensinamentos que Sócrates trazia ajudou as pessoas a encontrar a felicidade?
- Elas ficaram menos teimosas e brigonas?

Refletindo sobre o cumprimento da Lei de Deus:
- Quando não obedecemos ao papai e a mamãe o que acontece conosco?
- A mamãe e o papai gostam quando vocês não obedecem? O que eles fazem?
- E o que acontece quando você respeita o papai e a mamãe, não teima com eles, obedece e trata os dois com carinho?
- O que é melhor respeitar ou desrespeitar o papai e a mamãe?

Falando das dificuldades para aplicar esses ensinamentos ao seu dia a dia.
- Por que às vezes você não faz o que está aprendendo na Casa Espírita? É difícil? Qual a dificuldade? É a preguiça? A teimosia? O que é então?

Concluindo pela necessidade de mudança
- Vamos mudar um pouquinho?
- Como podemos mudar?
- O que precisamos mudar em nós?
R: Ser mais obediente, mais paciente, mais compreensivo, mais estudioso, etc.

ATIVIDADE: de 0 a 7 – pintura. 


terça-feira, 6 de setembro de 2011

As Manifestações Físicas Espontâneas – Arremesso de objetos - 8 a 10 anos

OBJETIVOS: Compreender que para realização desses fenômenos (arremesso de objetos), voluntária ou involuntariamente, há quase sempre a necessidade de uma pessoa dotada de aptidão especial, e que também há necessidade da permissão dos Espíritos Superiores; Compreender que tais manifestações raramente ocorrem em lugares ermos (desertos), se produzem em sua maioria em casas habitadas; Entender que nesses casos não se deve ter medo, pois a presença desses Espíritos pode incomodar, mas não é perigosa.

SENSIBILIZAÇÃO: O evangelizador deverá levar objetos que sirvam para serem jogados, lançados, através do impulso de alguém (peteca, raquete de Ping Pong com a bolinha, bola, carrinho de corda, etc.)
            Ao finalizar este momento, conversar com as crianças:
- Os objetos se deslocaram de um lugar para o outro, porque foram impulsionados por nós. Podemos dar impulso às coisas através de nossa ação direta, ou através de algum mecanismo propulsor de força. Certo?
- Mas, há determinados fenômenos de deslocamento de objetos que são impulsionados por forças invisíveis. Vocês já ouviram falar em casos de objetos que voam pela casa? Ou portas e janelas que abrem e fecham sem mãos aparentes?
- Vamos conhecer um caso ocorrido na França no século XIX, embora fatos semelhantes sempre acontecessem e continuam ocorrendo até os dias de hoje.


ESTUDO: O Trapeiro da Rua dos Noyers (Adaptação - Revista Espírita, agosto de 1860)

Sob o título “Cenas de feitiçaria no décimo-nono século”, o Droit (jornal francês) narra o fato seguinte:
       “O senhor Lesage, despenseiro do Palácio da Justiça, ocupa nessa rua um apartamento. Há algum tempo, projéteis, partidos não se sabe de onde, vêm quebrar as suas vidraças e, penetrando em seu alojamento, atingem aqueles que aí se encontram. São fragmentos de lenha, semicarbonizados, pedaços de carvão de terra muito pesados. A criada do senhor Lesage recebeu um deles no peito, e isso resultou-lhe fortes contusões.
            “A vítima desses sortilégios acabou por pedir a assistência da polícia. Os agentes foram colocados em vigilância; mas não tardaram, eles mesmos, a serem atingidos pela artilharia invisível, e lhes foi impossível saber de onde vinham esses golpes.
            “A existência numa casa onde seria necessário estar sempre alerta, fez o senhor Lesage solicitar, do proprietário, a rescisão de seu contrato de aluguel. Esse pedido foi concedido, e para realizar os procedimentos necessários, veio a Sra. Vaillant.
            “Quando estavam dando início ao procedimento, um enorme pedaço de carvão, lançado com uma força extrema, entrou pela janela e foi atingir a parede reduzindo-se a pó. Sem se desconcertar, a Sra. Vaillant serviu-se desse pó, para esparramá-lo sobre a página que acabara de escrever.
       “Em 1847 ocorreu, na Rua dos Grès, um fato semelhante. Um senhor L..., comerciante de carvão, servia também de alvo a flechas fantásticas, e essas incompreensíveis emissões de pedra punham emocionado todo o quarteirão. Paralelamente à casa habitada pelo carvoeiro estendia-se um terreno vago, no meio do qual achava-se antiga igreja da Rua dos Grès, hoje escola dos irmãos da Doutrina cristã. Imaginou-se primeiro que era dali que partiam os projéteis, mas logo foi descartado. Quando se estava de espreita de um lado, as pedras chegavam de um outro. Entretanto, acabou-se por surpreender em flagrante delito o mágico, que não era outro senão o senhor L..., ele mesmo. Recorrera a essa fantasmagoria porque se descontentara de sua casa e queria obter a rescisão de seu contrato de aluguel.
          “Não ocorreu o mesmo com o Sr. Lesage, cuja dignidade exclui toda ideia de astúcia, e que aliás está contente em seu apartamento, que não deixa senão se lamentando.
            “Espera-se que o inquérito, conduzido pelo Sr. Hubaut, comissário do quarteirão da Sorbonne, esclareça esse mistério, que, talvez, não seja senão uma brincadeira de mau gosto, infinitamente prolongada”.

          Narre o caso acima, adaptando a linguagem para que as crianças entendam; contem o caso e não leiam o caso. Faça perguntas sobre a aula, baseando-se no que você estudou no Livro dos Médiuns (principalmente os itens 94 e 95, que têm explicações sobre o caso).


CONCLUSÃO: As manifestações físicas espontâneas onde há deslocamento de móveis e objetos, e onde portas e janelas são abertas e fechadas por mãos invisíveis, podem ocorrer mais facilmente em casas habitadas; devido a presença de certas pessoas que exercem influência sem que o queiram. Essas pessoas, às vezes, ignoram possuir faculdades mediúnicas, são médiuns naturais. Sempre haverá a permissão dos Espíritos superiores, e essas manifestações são mais inoportunas do que perigosas.

ATIVIDADE: CAÇA-PALAVRAS


As Manifestações Físicas Espontâneas – Arremesso de objetos - 0 a 7 anos

OBJETIVOS: Compreender que para realização desses fenômenos (arremesso de objetos), voluntária ou involuntariamente, há quase sempre a necessidade de uma pessoa dotada de aptidão especial, e que também há necessidade da permissão dos Espíritos Superiores; Compreender que tais manifestações raramente ocorrem em lugares ermos (desertos), se produzem em sua maioria em casas habitadas; Entender que nesses casos não se deve ter medo, pois a presença desses Espíritos pode incomodar, mas não é perigosa.

SENSIBILIZAÇÃO: Apresentar gravuras com as expressões faciais que expressem: alegria, tristeza, surpresa e medo. Conversar com as crianças sobre o que nos causam essas emoções.

ESTUDO:
- Convide as suas crianças a ouvirem a história “A Casa da Dona Carlota” e vá mostrando as gravuras, explorando-as e relacionando-as com os objetivos propostos;
- Faça perguntas sobre o texto; caso obtenha resposta, direcione-a corretamente. Se as crianças não responderem, pois são pequenas, responda você mesmo;
- Faça o comentário da aula, baseando-se no que você estudou no Livro dos Médiuns, sempre observando os objetivos propostos;
- Reconte a história através das gravuras, pedindo a ajuda das crianças.

HISTÓRIA: A CASA DA DONA CARLOTA
          Pedrinho, Carlos, Gustavo e Antonio eram muito amigos. Moravam na mesma rua e estudavam todos juntos na mesma escola.
       Carlos era o único que frequentava as aulinhas de evangelização de um Centro Espírita. Todos gostavam muito de conversar com ele, pois Carlos tinha sempre uma boa explicação para as coisas que muitos não conseguiam entender.
        Sempre depois das aulas eles brincavam juntos. Jogavam bola, faziam jogos, jogavam videogames e sempre estavam inventando brincadeiras. Hoje o dia está bom para soltar pipa – disse o Gustavo – o vento está ótimo.
          Resolveram, então, ir para a rua de cima onde era mais deserto e não tinha tanto fio para atrapalhar. Tudo acertado, mas o Antonio disse:
         - Eu vou, mas não vou ficar perto da casa da Dona Carlota. Dizem que a casa é mal assombrada, que as coisas quebram e caem lá dentro, as janelas e portas abrem sozinhas e também que coisas são jogadas para fora, lá de dentro.
      - Deixe de ser medroso – disse Gustavo – minha mãe falou que essas coisas não existem.
          - Existem sim – falou Carlos – só que tem explicação.
         Deixaram de lado a conversa e colocaram as pipas no alto. De repente, a pipa do Pedrinho voou e Carlos tentou aparar, mas sua pipa acabou presa na árvore da casa da Dona Carlota.
        E agora! Quem vai até lá para pegar a pipa? Ninguém se ofereceu. Então, Carlos falou:
      - Eu vou. Minha mãe me disse que esses fenômenos podem acontecer, mas que primeiro precisa de uma pessoa que favoreça esse tipo de coisas, ou seja, tem que ter um médium, e que esses espíritos só querem se divertir e que os Espíritos Superiores é que se utilizam deles. Eles não são perigosos. Geralmente essas coisas acontecem para chamar a nossa atenção.
          Então, Carlos chamou a Dona Carlota e perguntou se ele poderia pegar a pipa que tinha ficado presa na árvore da sua casa. Ela concordou, ele agradeceu, subiu na árvore, pegou a pipa e ao sair perguntou à D. Carlota se era verdade o que falavam sobre o que acontecia na casa, os barulhos, os objetos que se quebravam. D. Carlota disse que era verdade sim e que ela não sabia mais o que fazer para terminar com tudo aquilo. Carlos então convidou D. Carlota para ir ao Centro Espírita que ele frequentava, pois tinha certeza que ela iria encontrar a solução para aquele problema.
D. Carlota agradeceu muito ao menino e aceitou o convite com muita alegria.
Assim os meninos continuaram a brincar por toda tarde sem que nada de ruim lhes tenha acontecido.
No Centro Espírita D. Carlota descobriu através dos estudos que ela era médium, e que tinha muito fluido, por isso os espíritos brincalhões se utilizavam desse fluido para fazer brincadeiras.
D. Carlota começou a trabalhar na Casa Espírita e tudo se harmonizou em sua casa.
D. Carlota e Carlos tornaram-se grandes amigos.

CONCLUIR: As manifestações físicas espontâneas onde há deslocamento de móveis e objetos, e onde portas e janelas são abertas e fechadas por mãos invisíveis, podem ocorrer mais facilmente em casas habitadas, devido a presença de certas pessoas que exercem influência sem que o queiram. Essas pessoas, às vezes, ignoram possuir faculdades mediúnicas, são médiuns naturais. Sempre haverá a permissão dos Espíritos Superiores, e essas manifestações são mais inoportunas do que perigosas.

ATIVIDADE: Pintura com giz de cera, de uma das gravuras da história (menores). Recorte e colagem das gravuras em anexo (maiores).






As Manifestações Físicas Espontâneas - 5 a 10 anos

OBJETIVOS: Compreender que as manifestações físicas têm por objetivo chamar-nos a atenção para alguma coisa, e convencer-nos da presença de uma força superior ao homem; Compreender que os Espíritos elevados não se ocupam com esta ordem de manifestações, e que se servem dos Espíritos inferiores para produzi-las; Entender que, embora possam ser provocadas às vezes se produzem espontaneamente, sem intervenção da vontade e até mesmo contra a vontade.

SENSIBILIZAÇÃO: O evangelizador deverá levar algum objeto onde possa trabalhar a sensibilização, de maneira que as crianças não vejam o que está ocorrendo (poderá ser uma caixa grande, um saco opaco, etc.). De forma escondida, deverá produzir alguns barulhos para que as crianças identifiquem as possíveis causas que estariam gerando esses ruídos. Exemplos: amassar uma folha de papel, chocalhar potinho com feijão (ou propriamente um chocalho), manusear sacos plásticos que façam barulhos, amassar papel de bombom, tilintar um copo, dedilhar na mesa, etc.
            Ao finalizar este momento, conversar com as crianças sobre a causa dos ruídos apresentados. Todos apresentavam uma causa, que foi identificada. Mas, há determinados ruídos que podem ser ouvidos, e não apresentam, pelo menos aparentemente, alguma causa que o determine. Convide-os a ouvir um caso ocorrido com Allan Kardec há muitos anos atrás... (Apresentar nesse momento foto de Kardec)


ESTUDO: KARDEC E OS RUÍDOS (adaptação do item 86-LM)
       Fig. 1 - Kardec estava iniciando seus estudos sobre o Espiritismo, e certa noite ouviu pancadas em torno dele, durante quatro horas consecutivas. Era a primeira vez que isso acontecia. Ele observou que aquele barulho não provinha de nenhuma causa acidental, mas não conseguiu saber mais nada.
       Nessa época, Kardec tinha frequentes contatos com um excelente médium. No dia seguinte, perguntou ao Espírito que se manifestava através desse médium, qual a causa daquelas pancadas. O Espírito respondeu:
         - Era o teu Espírito familiar que te desejava falar.
         - Que queria de mim? – pergunta Kardec.
         - Ele está aqui, pergunte você mesmo.
         Kardec, então, começa a interrogá-lo.
      O Espírito identificou-se com um nome alegórico (Kardec soube depois, que este Espírito pertencia a uma categoria muito elevada, e que desempenhou na Terra importante função).
      O Espírito apontou erros nos textos em que Kardec estava trabalhando, indicando inclusive as linhas onde os erros se encontravam; deu úteis e sábios conselhos. Disse também que estaria sempre com ele e atenderia ao seu chamado todas as vezes que precisasse.
       Fig. 2 - A partir de então, esse Espírito nunca mais o abandonou. Dele recebeu muitas provas de grande superioridade e intervenção benévola e eficaz, tanto nas questões materiais quanto nas questões metafísicas (teoria das ideias).
       Desde a primeira entrevista de Kardec com o Espírito, as pancadas cessaram. Que desejava o Espírito? Precisava avisar a Kardec da necessidade de estar em comunicação constante com ele. Dado e explicado o aviso, as pancadas se tornaram inúteis. Daí o cessarem.

- Procure relacionar o assunto estudado a fatos que suas crianças, possivelmente possam conhecer;
- Faça o comentário da aula, baseando-se no que você estudou no Livro dos Médiuns, sempre observando os objetivos propostos.

CONCLUIR: As manifestações físicas têm por finalidade chamar a atenção para alguma coisa e convencer-nos da presença de uma força superior ao homem e que os espíritos elevados não se ocupam com esta ordem de manifestações e que se servem de espíritos inferiores para produzi-los.

ATIVIDADE: Pedir que as crianças desenhem a Casa Espírita e coloquem nesse desenho o que eles acham que a Casa Espírita tem de mais importante para cada um. Cada criança poderá explicar o seu desenho.
Durante essa atividade o evangelizador deverá estar atento e orientar as crianças no que for necessário.